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Sábado, 19 de Agosto de 2017 | 45 visitantes online
 
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Boletins Clínicos

Amigdalite

Dá-se o nome de Amigdalite aos processos inflamatórios das amígdalas. Quando o processo se estende a todo o anel orofaríngeo fala-se de angina.

A amigdalite pode significar a participação do tecido linfático faríngeo numa infecção geral (como por exemplo a gripe, a escarlatina, a febre-tifóide, etc...), da qual as amígdalas são frequentemente a porta de entrada, ou então trata-se de doença local. Neste caso, os principais causadores são estreptococos, estafilococos, adenovírus, apesar de muito variados aos microrganismos responsáveis pela afecção.

As inflamações agudas das amígdalas provocam uma série de sintomas vulgares com diferentes gradações segundo a intensidade e natureza da inflamação. A mais frequente é a dificuldade na deglutição por dor intensa que irradia nos ouvidos. Com excepção das formas mais ligeiras, acompanha-se de febre, que pode ser elevada. É frequente a tumefacção dos gânglios linfáticos submaxilares e cervicais.

É possível a ocorrência dos seguintes tipos de amigdalite:

  • eritematosa, na qual a mucosa de revestimento se encontra muito vermelha;
  • folicular (ou lacunar), à superfície da qual se notam manchas de exsudado branco-amarelado. Às vezes estas manchas juntam-se e formam uma membrana que, ao contrário das pseudomembranas diftéricas, se podem destacar facilmente se provocar hemorragia;
  • úlcero-membranosa, na qual se forma uma grande placa de exsudado branco que cobre uma úlcera com bordos irregulares numa só amígdala. Nestes casos, o hálito é do tipo putrefactivo; observa-se um abcesso da amígdala, encontrando-se tumefacta e saliente, notando-se flutuação, quando há colecção de pus.

A repetição da amigdalite aguda e subaguda produz com uma certa frequência um estado de inflamação crónica das amígdalas. As amigdalites crónicas não dão geralmente sintomatologia, além de um pequeno incómodo na deglutição, mas podem exacerbar-se periodicamente.

Para o tratamento da amigdalite, utilizam-se fármacos com acção analgésica e antipirética (aspirina, piramidona), preparações à base de bismuto e, nos casos mais graves, sulfamidas e antibióticos.

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